O Caderno do Sul é uma revista digital independente em língua portuguesa dedicada ao património, aos museus e às artes do Algarve, publicada em cultalg.pt. Todos os textos saem com uma assinatura coletiva — Redação do Caderno do Sul — porque o que a revista oferece não é a voz de uma pessoa, mas um método: ler cada lugar a partir de fontes públicas e dizer com clareza o que cada fonte é capaz de provar.
O caderno organiza-se em três eixos. O património e a arqueologia tratam da leitura de monumentos e sítios, da ponta de Sagres às villas romanas do interior. Os museus, a memória e os saberes olham para o que as coleções guardam e para a forma como o expõem. As artes e a programação cultural seguem o que acontece dentro dos monumentos e na vida cultural da região. A revista não se propõe inventariar o Algarve nem duplicar agendas: propõe-se dar ao leitor um método para ver melhor o que tem diante de si.
Fontes públicas, factos assinalados
Cada texto parte de fontes públicas verificáveis — páginas oficiais das entidades gestoras, fichas de classificação, guias institucionais — e cada facto preciso fica ligado à fonte que o sustenta. Quando a matéria verificada não chega para um tema, o tema espera: a redação prefere a falta assumida à invenção. E o que a tradição repete sem prova é apresentado como relato recebido, nunca como facto.
As entidades públicas da cultura surgem nos textos pelo nome próprio e em terceira pessoa — a Unidade de Cultura da CCDR Algarve, com a sua página de apresentação em cultalg.gov.pt, a Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E. ou o Património Cultural, I.P. Para horários, preços e marcações — informação que envelhece depressa — os artigos remetem sempre para a página oficial da entidade gestora, em vez de copiarem o que pode caducar.
Por onde começar
Para ver o método em ação, o ponto de partida natural é a rubrica de património e arqueologia, com o guia de leitura da Fortaleza de Sagres. Correções, indicação de fontes e sugestões de temas chegam pelo canal descrito na página de contacto.